Universidade federal abre 80 vagas de Medicina exclusivas para sem-terra e quilombolas; entidades criticam falta de isonomia
- assentados;
- acampados cadastrados pelo INCRA;
- quilombolas;
- educadores do campo;
- egressos de cursos do INCRA
- e integrantes do Programa Nacional de Crédito Fundiário.
“A criação de um processo seletivo exclusivo, paralelo ao sistema nacional, sem utilização do Enem e do Sisu [Sistema de Seleção Unificada] como critérios de acesso, afronta os princípios da isonomia e do acesso universal, além de comprometer a credibilidade acadêmica e representar um precedente grave e perigoso para a educação médica no Brasil”, afirmam, em nota, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), o Sindicato dos Médicos, a Associação Médica de Pernambuco e a Academia Pernambucana de Medicina.
Fonte: Jornal OSollo




