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Novidades do ChatGPT chegarão só para assinantes do plano Pro, avisa CEO


Se você é do tipo early adapter, está mergulhado na inteligência artificial (IA) e usa muito o ChatGPT, é bom preparar o bolso. O CEO da OpenAI, Sam Altman, antecipou uma nova leva de recursos para o chatbot que vai custar caro e consumir bastante energia.

“Nas próximas semanas, vamos lançar alguns recursos que exigem muito poder computacional”, escreveu o CEO da desenvolvedora do ChatGPT numa postagem no X/Twitter no domingo (21).

“Por causa dos custos associados, alguns estarão disponíveis inicialmente apenas para assinantes Pro, e alguns produtos novos terão taxas adicionais“, acrescentou Altman. Ele se referia à assinatura mais cara entre as oferecidas pela OpenAI. A mensalidade deste plano é US$ 200 – pouco mais de R$ 1 mil, em conversão direta.

Em outras palavras: quem quiser usar os recursos mais avançados do ChatGPT assim que a OpenAI os lançarem, vai ter que desembolsar mais de R$ 1 mil por mês.

“Queremos saber o que é possível quando colocamos muito poder de computação, com os custos atuais dos modelos [de linguagem], em novas ideias interessantes”, escreveu o CEO.

Como o ChatGPT vem sendo usado no dia a dia

Um levantamento recente e inédito da OpenAI, em parceria com o economista David Deming, de Harvard, analisou mais de um milhão e meio de conversas para entender como pessoas têm usado o ChatGPT ao redor do mundo.

chatgpt
Maior parte das interações com o ChatGPT não tem ligação direta com o trabalho, mas com atividades pessoais do dia a dia, revelou estudo (Imagem: M-Production/Shutterstock)

O estudo, considerado o maior já feito sobre o tema, revelou que a maior parte das interações não tem ligação direta com o trabalho, mas com atividades pessoais do dia a dia.

Segundo os dados, cerca de 70% dos usos estão ligados a tarefas como pedir conselhos, buscar informações ou escrever textos, enquanto apenas 30% se relacionam a funções profissionais. A redação de textos aparece como a principal demanda de trabalho, bem à frente de programação ou criação artística.

Outro achado é que os diálogos se dividem em três categorias: “perguntar” (49%), “fazer” (40%) e “expressar” (11%).

Essa divisão mostra que o ChatGPT não é usado apenas como ferramenta de execução, mas também como uma espécie de conselheiro em diferentes situações do cotidiano.

Leia mais:

Logo da OpenAI em um smartphone e ao fundo
Em parceria com economista de Harvard, a OpenAI fez um levantamento sobre como pessoas têm usado o ChatGPT (Imagem: Photo Agency/Shutterstock)

O levantamento também mostrou mudanças importantes no perfil dos usuários. Ao longo de um ano e meio, a participação feminina saltou de 37% para mais de 52%, aproximando a base de usuários da representatividade da população adulta em geral.

Além disso, a adoção do ChatGPT cresceu quatro vezes mais rápido em países de baixa e média renda do que em nações ricas, sinal de democratização da tecnologia.

“Nossa intenção continua sendo reduzir os custos da inteligência [artificial] de forma agressiva e tornar nossos serviços amplamente acessíveis, e estamos confiantes de que chegaremos lá com o tempo”, escreveu Sam Altman na postagem na qual antecipou os novos (e caros) recursos para o ChatGPT.




Fonte: Internet e Redes Sociais – Olhar Digital

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