Fraudes | Jornal OSollo

Abro a porta do quarto. Não ouço nenhum som. Neste momento de casa vazia, sozinho, preencho os meus próprios silêncios, minhas fendas, com pensamentos alongados.
Não se extingue uma febre por simples vontade, assim como não se espanta uma fraude pela mera condenação de sua presença.
Acompanho os desdobramentos da operação de liquidação do Banco Master e os valores envolvidos. Mas será que o dono do banco, que fez uma festa de quinze milhões de reais para a filha, ficará preso?
Vivo sempre em relação à justiça entre esperanças frias e promessas falsas de condenação daquela pequena parcela privilegiada — lembrando, como exemplo, a Lava Jato, que acabou por soltar a maioria dos corruptos.
O conteúdo desta coluna é de inteira responsabilidade do colunista, não refletindo, necessariamente, a opinião do jornal.
Fonte: Jornal OSollo




