Atendimento Preferencial | Jornal OSollo

O Brasil é o país das prioridades. Não no sentido que gostaríamos, mas naquele jeito bem característico do brasileiro. As filas de bancos, aeroportos e ferry boats se multiplicam em placas de “atendimento preferencial”. Mas, nos hospitais, os pacientes esperam dias por um leito. Ali não existe prioridade.
A espera por vagas de diálise ultrapassa quatro meses. Nas filas do SUS não há privilegiados. Não há urgências reconhecidas. Aparentemente, nada de novo acontece — apenas o tempo passa, implacável.
A verdadeira fila de prioridades não está nos aeroportos ou nos bancos, e sim nos hospitais.
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Fonte: Jornal OSollo




