Privacidade | Jornal OSollo


É doloroso escrever isso. Aos vinte e poucos anos, eu tinha uma posição maximizadora da privacidade, acreditando que espaços de comunicação e trabalho completamente livres de supervisão eram direitos fundamentais e parte essencial de uma democracia saudável.
Ao longo dos anos, porém, conforme os argumentos se tornavam mais claros e a tecnologia se desenvolvia cada vez mais, atualizei essa visão. Simplesmente não é aceitável criar situações em que a ameaça de resultados catastróficos esteja sempre presente.
Inteligência, vida e poder não são brinquedos: devem ser tratados com o respeito, o cuidado e o controle que merecem. Tecnólogos e o público em geral terão que aceitar níveis mais altos de supervisão e regulamentação do que nunca.
Assim como a maioria de nós não gostaria de viver em sociedades sem lei ou polícia, tampouco queremos viver em um mundo de tecnologia irrestrita.
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Fonte: Jornal OSollo




