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Europa restringe uso de redes sociais para crianças e dos adolescentes


Aprovação acontece cerca de um mês após o pedido de parlamentares e tem como objetivo resguardar a saúde de crianças e adolescentes

Adolescente usando redes sociais
A discussão em relação ao impacto da redes sociais para adolescentes vem sendo discutido há anos por especialistas e políticos no mundo inteiro
(Imagem: 13_Phunkod/Shutterstock)

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Em outubro de 2025, uma comissão do Parlamento Europeu (PE) elaborou uma resolução que exigia a restrição do acesso de menores de 16 anos às redes sociais sem que houvesse a autorização dos responsáveis legais das crianças e dos adolescentes. Nesta quarta-feira (26), o documento foi aprovado pela PE. 

A medida foi motivada pela avaliação da comissão de que existem riscos para a saúde mental e segurança de crianças e adolescentes nesses ambientes virtuais. 

Leia mais:

A provação da resolução foi realizada para os nos 27 países da União Europeia (UE)
(Imagem: VanderWolf Images/Shutterstock)

O que diz a minuta publicada em outubro

A solicitação destacava a ideia de estabelecer “uma idade mínima digital europeia harmonizada de 16 anos como limite padrão, abaixo do qual o acesso a plataformas de redes sociais online não deveria ser permitido, a menos que os pais ou responsáveis tenham autorizado seus filhos de outra forma”.

Outro ponto fundamental da proposta era a solicitação de uma idade mínima digital europeia para que menores entrem em redes sociais. Isso também foi aprovado, estabelecendo que apenas adolescentes a partir dos 13 anos podem utilizar as plataformas desde que tenham a autorização dos pais ou tutores legais. 

Grupo de jovens mexendo no Facebook no celular
Houve um entendimento, por parte dos eurodeputados, de que com 16 anos, a pessoa consegue utilizar as redes sociais de uma maneira mais saudável
(Imagem: REDPIXEL.PL / Shutterstock)

Votos

A sessão plenária foi realizada em Estrasburgo, na França. Foram 483 votos a favor, 92 contra, além de 86 abstenções dos eurodeputados.

Um ponto importante dessa aprovação, segundo a Reuters, é que ela não é juridicamente vinculativa nem define políticas, ou seja, não tem força de lei, sendo incapaz de obrigar governos, instituições ou pessoas a cumprir o que está previsto no documento. Assim, o documento serve como uma manifestação de posição, opinião ou recomendação do Parlamento.


Matheus Chaves

Colaboração para o Olhar Digital

Matheus Chaves é colaboração para o olhar digital no Olhar Digital

Lucas Soares é jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e atualmente é editor de ciência e espaço do Olhar Digital.




Fonte: Internet e Redes Sociais – Olhar Digital

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