‘Cocaína negra’: polícia apreende em Manaus droga 10x mais cara e indetectável por cães e testes rápidos
Em testes no laboratório, a perita Midori Hiraoka explicou por que a cocaína preta engana cães e testes: segundo ela, os traficantes modificam quimicamente a substância, adicionando carvão ativado e outros corantes. Essas substâncias formam um complexo que impede a reação química que gera a cor azul característica do teste e também mascara o odor.
Segundo o delegado-geral Bruno Fraga, essa “engenharia criminosa” torna o entorpecente de difícil detecção. Por causa disso, o valor da droga é muito mais alto, podendo chegar a ser até 10 vezes mais caro do que a cocaína dita como normal. A investigação aponta que a droga veio do Peru e tinha como destino provável a Austrália.


Fonte: Jornal OSollo




