Mineração | Jornal OSollo


Já trabalhei como engenheiro de segurança em uma terceirizada da Vale e presenciei o cuidado que a empresa tinha. Existem programas como o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos), criados para minimizar e trazer mais segurança. Vi que a Vale do Rio Doce fechou acordo com algumas famílias que perderam parentes nos desastres da barragem de Mariana, que servia como depósito de rejeitos da mineração de ferro. Acredito que o dinheiro da indenização não repara as mortes nem o meio ambiente, pois ambos são partes perdidas para sempre. É difícil aceitar a ideia de que um acidente tão grande possa ser reparado com dinheiro. É assustador pagar pelo que a morte tocou. É profundamente humano o amor das famílias por aqueles que se foram, e é sagrado o nosso meio ambiente, que também foi tocado pela morte.
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Fonte: Jornal OSollo




