Mistério: ataques a pedradas assombram adolescente em Sulzinho, interior de Vereda; assista ao vídeo.
No povoado Sulzinho, em Vereda, um caso intrigante divide opiniões e aterroriza uma família. Há 14 dias, uma adolescente de 16 anos é alvo de ataques misteriosos a pedradas — e o que mais assusta é a aparente impossibilidade de identificar os autores. Enquanto a polícia trabalha com a hipótese de ação humana, parte da comunidade começa a especular sobre possíveis origens sobrenaturais para os fenômenos.
Padrão misterioso e deslocamentos precisos
Os ataques seguem um padrão que intriga investigadores. Quando a jovem está na casa dos pais, as pedras surgem pelo quintal dos fundos. Ao se mudar para a residência do tio — situada a considerável distância —, os ataques imediatamente migram para o novo local.
“É como se alguém soubesse exatamente onde ela está a cada momento” desabafa o pai, Cláudio.
Testemunhas relatam sempre ouvir o ronco de uma motocicleta fugindo após os ataques, sugerindo que o(s) autor(es) usaria(m) o veículo para se deslocar rapidamente entre os pontos. A precisão e a força dos arremessos levantam outra questão: os investigadores não descartam o uso de instrumentos como fundas, estilingues profissionais ou até mesmo bodoques para lançar as pedras com tanta potência.
Polícia intensifica buscas por respostas
A Polícia Militar confirmou que o caso está sendo investigado, mas ainda não há suspeitos identificados. “Estamos analisando todas as possibilidades, incluindo a hipótese de que seja alguém conhecido da vítima”, disse um porta-voz da 44ª CIPM.
Entre a razão e o mistério
Enquanto as autoridades buscam explicações racionais, parte dos moradores começa a alimentar teorias mais sombrias.
“Tem coisas que não conseguimos explicar“, disse uma vizinha da família. “Como alguém acerta pedras dentro de casa sem ser visto, mesmo com tanta gente vigiando“?
O caso ganhou contornos ainda mais sinistros quando a equipe do Portal Medeiros DiaDia (MDD), testemunhou um ataque em plena luz do dia, momentos após terminar a apuração no local.
“Estávamos no carro quando uma pedra atingiu o portão com força anormal“, relata o repórter. “O mais estranho é que não vimos ninguém nas redondezas“.
Proteções inúteis e ataques ousados
A família instalou redes de proteção e até um sombrite, mas as pedras continuam a encontrar brechas.
“Elas mudam de trajetória conforme a gente protege a casa“, descreve Cláudio.
Na última terça-feira, uma pedra atingiu a geladeira da cozinha com força suficiente para amassar o metal — algo que especialistas afirmam exigir um arremesso com equipamento especial ou força incomum.
A Polícia Militar mantém as investigações, mas admite a complexidade do caso.
“Estamos analisando todas as possibilidades, desde perseguição pessoal até brincadeiras de mau gosto que saíram do controle” afirma o delegado responsável.
A comunidade entre o medo e a fé
Enquanto isso, o povoado vive entre a apreensão e a especulação. Alguns moradores começaram a acender velas e fazer orações nas propriedades, enquanto outros organizam vigílias noturnas, na esperança de flagrar os responsáveis.
“Se for obra humana, é alguém com conhecimento do terreno e da rotina da família” analisou um morador. “Mas se for algo além… bem, aí estamos todos desprotegidos“.
A adolescente e sua família seguem em pânico, mudando constantemente de residência na tentativa frustrada de escapar dos ataques.
“Só queremos paz” implora o pai. “Se alguém sabe de algo, por favor, nos ajude“.

Qualquer informação sobre o caso pode ser repassada anonimamente à Polícia Militar ou ao Disque Denúncia: (73) 9 9948–7297.
Nota da Redação: Esta matéria será atualizada conforme novas informações forem apuradas. A redação do Medeiros Dia a Dia mantém equipe de plantão para acompanhar este caso extraordinário.
Por: MDD/Patrick Brito
Fonte: Medeiros Dia Dia




